Próximo ao ápice democrático em 30 anos
outubro 27, 2018
Há 30 anos e 23 dias era Promulgada nossa última Constituição Federal, Lei Fundamental e Suprema da República Federativa do Brasil.
Esta Constituição ao mesmo tempo que findava de vez os 21 anos de ditadura no Brasil celebrava novos tempos em um país queria se desenvolver igualmente aos seus parceiros comerciais do mundo afora.
A primeira eleição pós-constituição foi marcada pelo radicalismo de Lula versus o liberalismo da elite burguesa de Fernando Collor.
Collor não chegou ao fim de seu mandato por ter um gerenciador nada sociável com a elite econômica do país.
Veio o neoliberal, nas eleições de 1994, ao vencer novamente o radicalismo.
Este neoliberal colocou as instituições debaixo do braço e conseguiu governar por 8 anos nosso país sem muitos problemas. Problema mesmo apenas para os coitados dos pobres que não tiveram vez em um governo feito para os ricos.
Ao começar o novo milênio veio a "necessidade" de mudança no comportamento do radicalismo da esquerda guiada por Lula para conseguir chegar ao poder.
O discurso mudou, a venda da alma aos capitalistas banqueiros e industriais se consolidou, sem falar da aproximação dos meios de comunicação em massa, fizeram Lula chegar ao poder.
Sem muito estudo, mas com muita experiência e acompanhado por uma boa equipe técnica, a esquerda vira o jogo a começar pelas políticas públicas voltadas para a classe mais pobre.
Por outro lado, depois de 14 anos de luta para se chegar ao poder (de 1989 a 2003) a esquerda começa a querer obter lucro ilícito por ter gasto tanto em muito anos de campanhas perdidas.
Pior do que isso foi fazer com que as instituições de fiscalizações, ao tempo das manobras por baixo dos panos, funcionassem adequadamente totalmente diferente da época do FHC.
Não demorou muito para os podres aparecer.
Agora chegamos à Eleição da rejeição, da "mudança" de vinho para água da noite para o dia, da esperança, da cegueira, do troco, das fakes news, dos "antis", dos partidos e não das pessoas que os formam, do estudo sem conhecimento, do conhecimento sem sabedoria, das cores, da violência, do medo, da incerteza, do "mim disse me disse", da vitória e da derrota não como as anteriores, da democracia ou do fascismo, do professor ou do militar, da arma de fogo ou do livro, do SIM ou do NÃO, da mulher ou do homem, do racismo, do preconceito, do capim, dos homossexuais, do gás, da lembrança da corrupção de apenas um partido, pois os demais e anteriores não deixaram aparecer, do debate de uma só pessoa, do olho no olho ou apenas pelas redes sociais, das caminhadas ou das facadas, da inclusão ou exclusão, da PROMESSA, do fechamento das instituições com ajuda de apenas um cabo e um policia, das coligações mal feitas, do nanico se tornar gigante, da prisão de apenas um entre tantos.
Amanhã, 28 de Outubro de 2018, conheceremos o 38º (trigésimo oitavo) Presidente da República Federativa do Brasil.
Independente de quem vença, que o Brasil seja menos ruim para viver.

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