O esperantinense não respeita o trânsito
fevereiro 03, 2020
Em pleno século XXI, o século da informação e do conhecimento, ainda reina esperantinenses que não respeitam nem a si mesmo.
O trânsito é composto por várias figuras: pedestres, ciclistas, motoristas, etc. Estes necessitam obrigatoriamente estarem em sintonia entre si e principalmente com a legislação vigente.
Todos devem saber seus limites e obrigações.
Um órgão fiscalizador deve existir para que estas normas sejam aplicadas e cumpridas.
As normas de trânsito existem para que haja segurança e ordem públicas em nossas vias.
Se o trânsito fosse feito por nossas próprias normas existiria um verdadeiro tumulto pelas ruas de qualquer cidade.
As mortes no trânsito seriam absurdamente bem mais elevadas.
Para que um trânsito seja seguro e organizado é necessário, em grande parte, que seus usuários sejam bem educados. A informação deve está presente na obrigação de cada condutor que usa as vias públicas como um bem coletivo.
No entanto, os esperantinenses estão longe de querer um trânsito de qualidade.
Não basta os governantes fazeres suas obrigações se os usuários desse trânsito não cumprirem com as suas.
Hoje Esperantina conta com o mínimo que um trânsito necessita. Mesmo assim os esperantinenses ainda continuam a fazer o máximo de burrice.
Para estes desrespeitosos esperantinenses não existe faixas, placas, sinais de trânsito seja na luz vermelha ou amarela, o que existe é apenas a cor verde onde seguir em frente vale mais do que a própria vida.
Enquanto a educação não reinar sobre a ignorância ainda teremos esperantinenses a andar na contramão do que é correto.
É tão simples fazer o que é correto, no entanto, para muitos fazer o errado dar mais emoção. Muitas das vezes o errado é justificado pelo CTRL+C.
Dessa forma completamos 10 meses de trânsito municipalizado.

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