Servidores de Esperantina não querem as casas do Residencial Themístocles Sampaio?

outubro 21, 2026


A cidade de Esperantina está ganhando do governo Federal, liderado pelo grande estadista Luís Inácio Lula da Silva, através do Programa: Minha Casa, Minha Vida, um novo bairro, um novo residencial.

Serão mais habitações, mais lares, mais sonhos para os esperantinenses.

O novo bairro é uma parceria entre governo federal e municipal.

A gestão municipal resolveu homenagear, novamente, um integrante da própria família dando lhe o nome - Themístocles Sampaio.

E inicialmente as novas casas deveriam ser destinadas aos servidores municipais efetivos de Esperantina que ganham um pouco mais de 2 salários mínimos. São casas populares, construídas com dinheiro público, portanto, devem ser destinadas aos mais carentes.

Foi feito um cadastro dos servidores junto à Caixa Econômica, responsável pelo Programa Minha Casa, Minha Vida, e aproximadamente 150 servidores preencheram as exigências.

Os mesmos deveria decidir se iriam ou não assinar o contrato para adquirir as novas casas.

Aqui nasceu o problema: as casas são minúsculas e o valor maiúsculo.

Os valores das residências que os servidores deveriam pagar em mais de 5 anos dá para pagar aproximadamente duas grandes casas.

Fora de cogitação. Os servidores não estão querendo as casas do novo bairro da cidade.

E agora, pelo jeito, foi necessário a prefeitura permitir que a iniciativa privada passasse a negociar as casas com quem quiser e puder comprar, portanto, pelas propagandas da construtora lá de Teresina, não só servidores poderão adquirir a sua residência.

A gestão municipal regulou todas as normas de funcionamento do programa Minha Casa, Minha Vida e talvez abriram breja para qualquer pessoa pudesse adquirir casas oriundas do programa estatal.

Uma coisa é certa: da forma que as casas foram construídas, dificilmente serão vendidas. É claro, desde que barateia-as. 

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