31 de agosto de 2009

POLUIÇÃO VISUAL DA CACHOEIRA DO URUBU

"O INDIVÍDUO É MOSTRADO PELO AMBIENTE EM QUE VIVE" com este tema a turma de MEIO AMBIENTE manhã do Leonardo das Dores formulou alguns projeto de grupo que levantou dados ao que se refere a poluição visual do Parque Ecológico Cachoeira do Urubu.

Carlos Sandro, Clarinda Quaresma, Daelson Fontinele, Francisca Maria, Gessyka Vanessa, Luciana Rodrigues e Priscila Lina sairam as 7:30 do dia 16/06/2009 rumo ao parque com o intuito de detectar a realidade visual do mesmo.

Terminal turístico de Esperantina/Batalha, fundado em 28 de março de 1993 hoje se encontra esquecido no tempo. São inúmeros os impactos naturais e sócio-econômicos que encontramos.

Os objetivos do projeto:
Geral: Relatar os diferentes tipos de poluição existente no Parque em especial a Poluição Visual.
Específíco: Levantar dados para fins educativos, elaboração de projetos que visem à melhoria dos impactos e a prática do exercício da preservação ambiental.

A preocupação com as questões ambientais vem se intensificando com o passar do tempo, o desenvolvimento acelerado do mundo e a consciência da humanidade é que determinam quase sempre as condições ambientais do planeta.

O solo encontra-se degradado, atingido pela ação do homem em termos de queimadas e aração, além de servir de depósito de lixo.

As águas então em contato direto com o lixo.

A vegetação abriga uma diversidade de plantas e animais. Podemos encontrar uma mistura de cerrado, caatinga, palmeiras e carnaúbas. Também podemos encontrar tatu, xexéu, galo-campina, bem-te-vi, etc.

Os impactos de ordem direta. A intensa presença de ação antrópica vem ocasionando uma grande mudança na paisagem natural.

Sendo um valor negativo, os impactos ambientais tornam-se permanentes e quase irreversíveis, cabendo a prática de preservação essencial, visando a não intensificação dos inúmeros problemas ambientais.

O Parque Ecológico Cachoeira do Urubu como um patrimônio natural turístico deve manter-se em pleno ato de preservação.

Diante de tal desequilíbrio, propõem-se medidas educativas que venham a englobar a todos que frequentam o Parque, tais como:

Salva-vidas; implantação de lixeiras adequadas, placas de sinalização contendo diversos tipos de informação, aplicação de regras e punições àqueles que venham a causar qualquer dano, seja ele leve ou de grave porte além da preservação do ambiente sonoro.

Todo este trabalho foi acompanhado pelos professores Bernardo Rocha, Odisséia Brejal e este que vos escreve.

Aqui ressalto que uma péssima imagem do parque já é motivo para o não comparecimento dos turistas, consequentemente não há desenvolvimento.

Um comentário:

  1. É triste ver um ambiente tão lindo como esse abarrotado de lixos!!!!!é uma pena!!!!O Poder Píblico tem que tomar alguma atitude acerca dessa situação,assim como nós cidadãos esperantinenses podemos fazer nossa parte!!!

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