24 de março de 2011

Quanta Macheza!

Direitos iguais?
Para muitas mulheres esta frase ainda é uma dicotomia.

Para pagar a conta, trabalhar forte e cedo, trocar o pneu, não há espaço para esta frase - direitos iguais.
Passear com o(a)s amigo(a)s, sair para beber, bater e levar, aí sim existe espaço fortemente para tal pronúncia.

O que vejo, muitas das vezes, é que tal direito entra em contradição quanto à educação dos filhos.
Não estou aqui para dizer que vocês mulheres estão erradas por exigirem, através de meios legais, seus direitos.
Estou aqui para dizer que enquanto exigem direitos iguais fora de casa, muitas de vocês mulheres desliza na maionese e na casca de banana quanto à educação de seus filhos, irmãs, sobrinhas, etc.
Enquanto o sexo feminino deve aprender os afazeres de casa e obedecer rigorosamente aos ditos dos pais e irmãos o sexo masculino deve ser o maioral "comendo" todas quando seu faro predador chegar no topo da "cabeça".
O interessante é que ao passo que o filho é encaminhado para “cumilança” alheia, a filha é protegida de forma excessiva para que ninguém venha “comê-la”.Por isso, se querem um mundo menos machista e mais justo, que comecem a educar seus filhos de forma semelhante. Se o homem pode ir para gandaia, que a mulher tenha o mesmo direito. Entretanto, se não quer que sua filha tenha esse tipo de vida, que seu filho também seja privado.

"O que espero mostrar e explicar para todos é que o sentido da palavra “homem” tem se desconfigurado ao longo dos tempos. Homem não é aquele que tem mais força, mais inteligência ou fale mais alto. Muito menos os grotescos na forma de agir e se expressar. 
O verdadeiro homem é aquele que consegue conquistar níveis consideráveis de ética, respeito, honestidade e responsabilidade. Aquele que sabe respeitar uma mulher como ela verdadeiramente merece. Aquele que paga seus impostos, cumpre seus deveres e luta pelos seus direitos, em nome de um país cada vez melhor. Aquele que não permite que aconteça qualquer tipo de injustiça a sua volta. Por fim, é aquele que jamais tenta burlar qualquer tipo de lei ou sistema em benefício próprio ou de pessoas próximas.
Quando vejo essas “demonstrações masculinas”, não canso de afirmar em minha mente: Tolos e imbecis, enquanto exibem sua “superioridade”, inúmeros direitos lhes são roubados. Lastimável …"

Contribuição- italogeo

Um comentário:

  1. Prof. ótimo tema, mas o texto está péssimo. É muita vulgaridade num mesmo texto. Com estes termos chulos você não consegue atingir o seu objetivo que é educar, pois penso que seja isso que pretende ao escrever sobre este tema.

    Entendo que a luta das mulheres por igualdade de direitos não diz respeito ao que podem fazer na vida intima, como direito a cair na gandaia, na promiscuidade, somente porque os homens podem. Eu não conheço nenhuma mulher que lute pelo direito de cair na gandaia, apenas por que os homens podem cair. Isso não faz parte dos direitos defendidos pelas mulheres, por que cair na gandaia não precisa necessariamente de garantia, cair na gandaia é uma decisão pessoal, do homem ou da mulher maior de idade, ou até menor.
    Entendo que as mulheres não lutam pelo direito de ser "comida", mas de ser respeitada pelo homem quando não quiser ser "comida".
    Essa expressão deixa entender as mulheres lutem por direitos se opõem aos princípios e valores da moralidade e de bom caráter da pessoa, seja ela homem ou mulher, e penso que não é isso que querem as mulhres.
    Entendo que a luta feminina por igualdade de direitos está voltada para outras situações da vida, aos direitos constituições, ao direito de ocupar os mesmos espaços que os homens nos diversos campos de trabalho, a direitos como por exemplo, ter salário igual ao dos homens quando exercem a mesma profissão, pois em muitas profissões a mulher recebe um salário menor que o homem. As mulheres querem ter direito de trabalhar, de estudar, de opinar, de ser respeitada, direito de exercer determinados cargos que são ocupados pelos homens como se fosse uma exclusividade masculina.
    Direito a ter seus direitos respeitados; quantas mulheres são agredidas pelos maridos e não denunciam por que sabem que muitos delegados e policiais são machistas e não se preocupam nem aos menos em registrar ocorrência.
    Não, as mulheres não querem ter direito a cair na gandaia, elas querem ter direito de frequentar os espaços públicos, de se divertir, de caminharem pela rua sozinha sem ter que ouvir frases ou palavras vulgares e ofensivas.
    Enfim penso eu, uma mulher luta não apenas para ser reconhecida como capaz tanto quanto nós homens, mas penso que lutam principalmente pelo respeito a sua dignidade como mulher.

    Sou antes de ser homem, Filho, Marido e Pai.

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