17 de julho de 2015

Monopólio do Peixe?

Não quero morrer através da boca mais tenho que indagar/questionar quanto a uma situação nada conveniente que veio até mim sobre a primeira noite de "festejo" do peixe esperantinense.

Antes de adentrarmos ao assunto principal devemos esclarecer o que vêm a ser monopólio.
Monopólio do grego MONOS (significa UM) e do POLEIN (que significa VENDER) nada mais é a posse ou o direito em caráter exclusivo.
Ter monopólio é possuir ou desfrutar da exploração de maneira abusiva, é vender um produto ou serviço sem concorrente, por altos preços ou não. 

"Deter o monopólio é uma situação em que uma única empresa domina a oferta de determinado produto ou serviço. É quando o mercado é dominado por uma estrutura monopolista e não pelas leis de mercado, garantido-lhe super lucro".
Depois de sabermos o que é monopólio na economia é importante saber o que é peixe.
Biologicamente falando é um animal vertebrado, ou seja, com crânio presente. Ele vive em ambientes aquáticos, seja em lagos, rios, represas ou mares.

Tal animal apresenta nadadeiras e caudas, que permite que ele nade com muita facilidade. Muitos deles possuem escamas, e também brânquias, que são estruturas responsáveis pela respiração do animal, que acontece embaixo da água.

Depois dessa belíssima aula, ohhhhhhhhhh, vamos ao que interessa de verdade nesta nossa conversa.

A praça de eventos do 'festejo' do peixe (1º Festival do Peixe) está muito linda. Por sinal, com uma belíssima estrutura.
No entanto, é verdade que está existindo um monopólio do peixe sobre a venda de bebidas (especialmente a cerveja)?
Não quero acreditar que em uma festa pública, aberta a todos, apenas um revendedor de cerveja está a fornecer este líquido aos visitantes que esperam comer um peixe acompanhado por uma bela cervejinha.

Se for verdade, muitas leis estão sendo desobedecidas. 
Não fica legal para o Festival termos apenas UM único fornecedor de cerveja, enquanto muitos trabalhadores poderiam está ganhando um trocadinho a mais com este grande e belíssimo evento contribuindo assim para uma renda a mais para suas famílias.

Esta oportunidade de negócio (tanto do peixe em si como dos demais produtos que agregam valor a este peixe) que Esperantina passa a ter não poderia, caso seja verdade esta denúncia, se restringir a um monopólio estrutural para não dizer político.

Não podemos cair nesta rede elitista e seletista de negócios econômicos, políticos, pois este evento não deixa de ser um negócio social onde todos devem ter a mesma oportunidade.

Fto - nepo

Um comentário:

  1. Parabéns Macelino texto muito bom, sem falar que na festa o que menos tinha era produtos originados do peixe, e o curso e os quitutes que aprenderam era só pra classe elitista?

    ResponderExcluir