A explicação das poucas chuvas no Nordeste
outubro 23, 2018
Através do Empirismo (teoria do conhecimento que afirma que o conhecimento vem apenas, ou principalmente, a partir da experiência sensorial) cheguei, recentemente, a uma conclusão plausível sobre o porque não chover tanto na região nordeste do Brasil.
A experiência não foi minha, confesso.
Mas ao trocar um bom diálogo com um amigo viajante (popularmente conhecido no nordeste brasileiro como trabalhador do "trecho") tive a grande descoberta que poderá modificar todo o estudo climático não só dessa parte do Brasil, mas de todo continente americano.
Nas regiões Sudeste e Sul do Brasil, devido especificamente as médias latitudes, entre outros fatores, chove muito, ou pelo menos a ponto de não ser tão quente e seco como no Nordeste.
Por outro lado, para o amigo trabalhador do 'trecho' que teve a experiência do conhecimento em locus por mais de três meses, o nordeste brasileiro tem uma explicação muito peculiar para as poucas chuvas registradas anualmente.
Sabemos que a força do pensamento, aquela que diz que pensamento positivo atraem coisas boas e vice versa, é muita importância para muitas ciências.
Agora as ciências ligadas ao clima irão passar dar mais atenção para o que o nosso amigo do 'trecho' descobriu.
O amigo do 'trecho' descobriu observando o comportamento dos habitantes das cidades sulinas que as chuvas são atraídas pelas expectativas, positivas, dos humanos.
Isso mesmo.
Enquanto no Nordeste os habitantes criam alvoroços momentos antes das chuvas caírem e molharem nosso chão aponto de cada cidadão modificar toda a rotina diária: deixam de trabalhar, não saem da cama ou da rede, não saem de casa para praticar alguma atividade física, se alimentam mais do que o normal, se recolhem em família, os sulinos (que aqui incluo o Sudeste também) não criam grandes expectativas, muito menos alvoroços, quanto às chuvas que estão próximas a cair.
A conclusão que se chega é a seguinte: o medo ou a grande expectativa (força do pensamento exageradamente exagerada) repulsa as águas das chuvas.
E aqui não poderia deixar de citar o nome do "cientista" dessa grande descoberta que poderá fazer de nosso nordeste, novamente, um mar: NATAL.
Obrigado pelo diálogo Natal.
Fto - filosofandoehistoriando
Fto - filosofandoehistoriando

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