Wellington Dias não tem nada para homenagear os professores
outubro 15, 2018
Com 55% dos votos o atual governador do Piauí se reelegeu para mais quatro anos.
Ao final de 2022 o índio, como é mais conhecido o governador do Piauí, completará 16 anos a frente do governo estadual do Piauí.
Até o momento, com quase 12 anos de governança, lembro que apenas os quatro primeiros os professores tiveram mais ou menos o reconhecimento como sempre deveriam ter.
Neste dia 15 de Outubro (Dia do Professor) se faz importante lembrar o que tem feito o governador em nome dos profissionais da educação.
O ano letivo de 2016 quase não começou devido o governador não cumprir com o aumento salarial dos professores de acordo com a Lei do Piso.
Depois que prometeu em dar o aumento no mês de Maio, as aulas começaram.
Chegou o mês de Maio não aumentou o salário com a desculpa de que o período eleitoral não permitia. Conversa fiada.
Os efetivos entraram em Greve.
Neste mesmo mês os professores celetistas, com dois ou três meses de trabalho, ainda não tinham recebido seus vencimentos.
Nova Greve foi deflagrada, agora sendo a primeira já vista na história da educação do Piauí sendo feita pelos celetistas.
Ao todo, mais de 70 dias de greve foi ocasionada no estado, em especial nos grandes aglomerados urbanos, pela falta de pagamento.
É de grande importância dizer que além dos atrasos o governador não paga o Piso Salarial, pelo menos para os celetistas, descumprindo assim normas federais que dizem que nenhum professor, independente da forma de contratação, deve ganhar abaixo do Piso do Magistério.
Infelizmente os professores terão mais 4 datas, fora a de hoje, para sofrer nas mãos são só do governador mais também de sua esposa, que é e continuará sendo a secretária de educação estadual.
Aos professores que votaram pela reeleição do governador não quero ver choro ou lamentações pelos descasos realizados pelo governador que não veja nos professores uma ferramenta de desenvolvimento social de um estado que tanto sofre com as mazelas ocasionadas pela pobreza econômica e educacional.
Fto - gp1
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