Os celetistas de Esperantina votam em quais vereadores?

março 09, 2026


O voto é uma arma muito poderosa. A cidadania de qualquer cidadão, dentro dos direitos políticos, é exercida pelo direito ao voto.

Mudanças gigantescas podem ser sentidas através do voto. O voto no Brasil é secreto. Não pode ser violado.

Imaginem nós se entre 2019 e 2022 o Brasil tivesse sido governado por um professor, muitos não teriam perdido a vida para a COVID-19, pois o negacionismo mata.

E em quem você vota? Isso mesmo, você. Não pode falar? É claro que não. Não é mesmo? O voto é secreto.

Em Esperantina esta história de voto secreto parece não ser uma realidade. O governo do amor, de uma nova cidade para um novo futuro começa a querer saber em quem você vota.

É o que está ficando subentendido em áudios de profissionais da educação que circulam nas redes sociais nos dias atuais.

Urgente: áudios demonstram que os celetistas da educação esperantinense precisam informar aos seus superiores o nome do vereador em que vota o quanto antes.

Alô Ministério do Trabalho. Alô Tribunal de Contas. Alô Ministério Público.
Um profissional, dentro de suas funções, não é obrigado a revelar em quem vota, em quem apoia politicamente.

Isso é um erro grave. Pode levar à demissão de diretor escolar, de secretário de educação, de prefeito, de conselheiro tutelar. Ou não?

Professionais da educação que acabaram de serem chamados para trabalhar na rede municipal de ensino de Esperantina através de teste seletivo não são obrigados a declarar em quem vota. É?

Imaginemos a seguinte situação: uma celetista, trabalhando na nova escola da cidade, bairro Nova Esperança, declara que vota em Bebé Vitória, ou em Zé Cláudio, ou em Leônidas Quaresma ou mesmo em Teresinha Emel, esta celetista será demitida? Transferida? Convencida em mudar de candidato?

Não sabemos. Sabemos que se os tais áudios forem autênticos, mais uma polêmica virá por aí, pois servidores não podem ser coagidos.

Espaço aberto para esclarecimentos.

"De erro em erro, vai-se descobrindo a verdade" - Freud

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