Quebra de braço entre prefeitura e família Rebelo por desapropriação de terreno continua

março 03, 2026


Aos que não conhecem a cidade de perto e que avaliam a cidade apenas pelas redes sociais, saibam que no momento dentro do território esperantinense há uma política de desapropriação seletista  e sem freios de terras.

A  desapropriação de terrenos pode ser feita por prefeituras, mas deve seguir um processo legal e pagar indenização aos proprietários.

Tal desapropriação só pode ser realizada por necessidade pública ou interesse social, é isso que diz a Constituição Federal. Sem falar no desejo dos proprietários em aceitar o valor pago pela instituição municipal.

Em casos de desapropriação irregular, a falta de diálogo prévio e a negociação inadequada podem resultar em sérios conflitos legais e sociais. Além disso, a desapropriação deve ser justa e procedida de uma declaração de utilidade pública.

Os esperantinenses sabem que o teatro municipal Dinis Chaves passou décadas fechado. As lideranças políticas da cidade a nível estadual pouco fizeram para reativar este espaço cultural antes de chegarem ao poder.

Hoje, com o comando político nas mãos, a família Sampaio não quer respeitar o desejo de outras famílias tradicionais da cidade, aqui citamos a Lages e a Rebelo, em não quererem doar suas terras para uso da prefeitura.

A prefeitura, chefiada pela prefeita intitulada "arretada", quer desapropriar um terreno que fica localizado de frente ao futuro reinaugurado Teatro Municipal.
O "governo do amor" perdeu a primeira batalha - a justiça em Esperantina deu parecer favorável à família Rebelo.

A municipalidade quer pagar apenas 33% do valor do terreno, que por sinal, é um bom terreno comercial.

O terreno foi um presente familiar dado à ex primeira dama da cidade - Socorro Rebelo, viúva do saudoso ex prefeito Chagô Rebelo, na época de seu casamento.

A família Rebelo não quer que o presente familiar seja desapropriado. Além de ser um presente familiar, há outros terrenos próximos ao teatro municipal que podem justificar uma necessidade pública ou interesse social.

Trata-se do terreno da antiga casa onde morava o irmão de outro ex prefeito - Zé Ivaldo. O terreno está localizado ao lado do teatro, vizinho à Agência da Secretaria de Fazenda do estado. O terreno é bem grande e pode servir como praça cultural ao teatro.

A família Rebelo tem como advogado um dos filhos - Francisco Das Chagas Rebelo Júnior, advogado Júnior. A quebra de braço entre o interesse da prefeitura e a família Rebelo pelo jeito vai longe.

É importante destacar que um dos filhos da família Rebelo chegou a ser secretário de agricultura da atual administração ainda no primeiro governo (2021 a 2024) O ex secretário, e toda a família, rompeu a aliança política ainda em meados do primeiro mandato e deste então as desavenças por parte da municipalidade só crescem.

Dona Socorro Rebelo, dona do terreno, hoje vive entristecida por saber que há esta quebra de braços.

Só em lembrar que na festa de posse da prefeita, lá estavam presentes muitos dos trabalhos da ex primeira dama.

Seria ingratidão? Essa é a palavra?

Enquanto isso, várias famílias tradicionais passaram a conhecerem realmente quem verdadeiramente são os Sampaios.

E você que tem um pedacinho de terreno dentro do perímetro urbano de Esperantina, abra o olho, pois a política de desapropriação está a todo vapor.

"De erro em erro, vai-se descobrindo a verdade" - Freud

Fto - revistaaz

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