O apito inicial sem a estrela da casa: onde estava a prefeita?

maio 02, 2026


O esporte municipal é, historicamente, o coração pulsante de uma comunidade. 

Quando as luzes do ginásio se acenderam para a abertura do campeonato municipal de futsal 2026, o que estava em jogo era muito além de uma bola na rede; tratava-se de identidade, investimento na juventude e celebração do convívio social. 

Por isso, o silêncio da cadeira vazia da gestora municipal na cerimônia de abertura desta noite de sexta-feira (1° de maio  - dia do trabalhador) ecoou mais forte do que o grito das torcidas.

A política é presença.

Em tempos de redes sociais e governança digital, pode parecer "antiquado" exigir a presença física de um gestor em eventos esportivos. 

Ledo engano. 

A ausência da autoridade máxima do município em um evento que mobiliza centenas de famílias e atletas locais não é apenas um detalhe na agenda — é uma mensagem política.

Desprestígio ao atleta: O jogador que treina após o trabalho e o jovem que vê no esporte um caminho de vida sentem-se desvalorizados quando o governo não se faz presente no momento de celebração. 

Não basta a presença do secretário de esportes e seus coordenadores. 

Mais uma vez os atletas do futsal esperantinense sentiram na pele a ausência da gestora municipal de Esperantina na abertura de uma competição municipal.

A luz apagada da estrela da casa nas atividades esportivas nas duas categorias - futebol e futsal - mostra muito bem o que significa estes esportes para a atual gestão municipal - insignificância. 

"Para criar inimigos não é preciso declarar guerra, basta dizer o que pensa" - Martin Luther King 

Fto - secretariadeesportes

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