Terreno da antiga AABB de Esperantina entra na mira de desapropriação da prefeitura
agosto 04, 2026Nunca na história política e social de Esperantina tinha se visto tantas desapropriações de terra como agora.
O projeto de desapropriar imóveis alheios está a todos vapor na cidade de Esperantina, Piauí, Brasil.
Somente as terras da família Sampaio, atual governante municipal, parece estarem salvas.
Por outro lado, Lages, Amorins, Rebelos, Chaves, Silvas, Francos, ETC., famílias tradicionais da cidade, começam a ficar apavorados devido a política de desapropriação de imóveis na cidade.
Tantas terras dos donatários do poder local, mas somente as dos outros são alvos dessa política devastadora.
Ainda estão dando justificativa: necessidade ou utilidade pública.
Os puxa-sacos, alienados, cachaceiros, dependentes, ainda são obrigados a defenderem o indefensável nas redes sociais, a compartilharem conteúdos de terceiros somente para auto confirmarem que nasceram para serem submissos.
Se os terrenos na cidade valem, por exemplo, R$ 10,00 reais, a desapropriação só paga R$ 4,00 reais.
"A prefeitura não está desapropriando, está comprando", falam os subalternos de plantão no mundo das maravilhas esperantinense (redes sociais).
Isso é um deboche com as terras dos esperantinenses.
A mais nova preza dessa política são as terras da antiga AABB da cidade, que está localizado quase de frente à casa da gestora municipal.
O decreto foi publicado hoje (4 de agosto) no Diário Oficial dos municípios.
Ao tempo que deseja desapropriar o terreno da AABB, as terras da gestora nas arredondezas se valorizam, pois dizem que irão construir mais um prédio estadual/federal no local.
Desapropriar mais um terreno e se autopromover com mais uma promessa política. Dois coelhos com uma machadada só.
"Para criar inimigos não é preciso declarar guerra, basta dizer o que pensa" - Martin Luther King
Fto - revistaaz

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