22 de junho de 2010

Mudaram as Estações e nada mudou?

Mudaram as estações e nada mudou já dizia Renato Russo em mais uma de suas músicas revolucionárias titulada de POR ENQUANTO.

Voltar a ouvir este sucesso me faz lembrar Augusto Comte ao dizer "nenhuma mudança profunda de costume é rápida".

Entendo que estas palavras são oriundas de uma Sociologia capaz de explicar a relação de devaneio para com o comportamento das pessoas em cidadezinhas do interior do Brasil.

Em nossa cidade não é diferente.

Devido o sol escaldante muitos acreditam que estamos no VERÃO.
Nem todo calor demonstra altas temperaturas. A temperatura humana deve ser equilibrada inicialmente nas mentes que teima em não acreditar no poder da natureza.

Ontem, 21/06, iniciou uma nova estação meteorológica. O INVERNO chegou "e sei que alguma coisa aconteceu, está assim tão diferente" (versos da música acima citada):
* dois vereadores de Esperantina votaram contra o povo;
* governistas e "senadoristas" estão promovendo festas de aniversário e carnaval fora de época de cidades berço de seus eleitorados;
* a desconfiança para com a Seleção brasileira está em alta;
* a retiro dos ciganos se prepara para voltar a ser campeã.

"Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar que tudo é para sempre, sem saber que o pra sempre, sempre acaba" com este lindo ensinamento alerto aos quase ditadores diretores de escolas públicas de minha cidade, fora outros "profissionais" que penso que o mundo não para de girar.

Educar, criar consciência são formas que poderão mudar o mundo a longo prazo.
Estudar é o caminho.

Inovar a mentalidade é o passo para um novo costume.
Invés de chuva em nosso inverno que venha mais sol para iluminar as mentes perdidas na ilusão da declinação de valores, de respeito, liberdade em face à diversidade.

Fto-amantedosversos

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