17 de outubro de 2010

Serra gosta de Privatização até mesmo no Matrimônio

O amor não tem hora, lugar, idade nem data de validade. Apenas acontece e transforma a vida de quem o merece. (Rafael Santos).

Pelo destino assegurado Serra tinha mesmo que viver com Privatizações.

Costumo dizer que para um Estado crescer ao meio desse sistema capitalista, ou seja, economia de mercado o mesmo (Estado) não pode ter em suas mãos qualquer tipo de gerenciamento de empresa.

O mais correto para um país verdadeiramente democrático e equilibrado economicamente é viver com empresas privatizadas. Exemplo disso é o continente europeu e os EUA.

Por que apenas países tidos como desenvolvidos pode ter o gostinho de empresas privatizadas? Porque este tem uma democracia e também poder econômico para investir em FISCALIZAÇÃO. Isso é o diferencial em relação aos países tidos como subdesenvolvidos ou emergentes, portanto devemos viver fiscalizando. Infelizmente ainda não temos este poder. Exemplo disso são as rodovias do estado de São Paulo que através de seus donos vivem a roubar às claras com os altíssimos pedágios todos os donos de automóveis. Motivo disso? Desleixo do governo de Serra naquele estado.

Respondendo o significado do título dessa matéria "Serra gosta de Privatização até mesmo no Matrimônio" devo dizer que a senhora Mônica Serra (esposa de Serra) não é uma empresa, no entanto faz parte de grupo (familiar) estrangeiro.

Nascida no Chile Mônica Serra conheceu o presidenciável brasileiro quando o mesmo (Serra) estava exilado no Chile por  motivo do Golpe Militar de 1964. 

Em suma: o destino de Serra, politicamente e amorosamente, é viver com privatizações. Privatizou seu matrimônio casando com o seu grande amor (estrangeiro) Mônica do grupo (familiar) Allende, que tem parentesco com a alta sociedade política daquele país. Talvez seja por isso que Mônica Serra é contra o Bolsa Família (não sabe o que é passar fome).

Ftos - pqvotonoserra e tmplateseacessorios

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