16 de fevereiro de 2011

Caso contrário, a hora é esta!

Os profissionais de educação não são mesmo unidos.
Poucos lutam pela sobrevivência da categoria.

Anos atrás um colega chegou até mim e falou: "minha mãe vai fazer o vestibular (licenciatura) para ver se ganha mais no fim do mês, tomara que passe (no vestibular) para as coisas melhorar para mim quanto ao dindin".

Não sabia ele que os desafios são mais em baixo, neste caso, em Esperantina mesmo. Não sabia ele que antes do dinheiro existe a formação intelectual cidadã para com a sociedade.

Enquanto os responsáveis por uma educação bem educada viram as costas para o bem bom de sua profissão por formação outros nem tanto formados dentro da profissão tentam modificar a visão do conhecimento sobre os atos de aprendizagem que discorrem a própria educação.

Todas as escolas estaduais de nossa cidade estão paralisadas por conta de seu quadro profissional aderir tal reivindicação. Uma sobrevive por conta das mãos atadas dos tapas buracos (expressão de Átila Lira sobre os celetistas) ou é por conta de sua direção, ou é por causa de seus alunados, ou tem haver com a modalidade que oferece? Sendo professores atuantes ou não qualificação não lhes faltam, pois tiveram a ousadia de colocar a cara a tapas em sala de AULA.

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