7 de junho de 2013

Não é que os alunos estão 'educados'.

É complicado falar de comportamento dos alunos dentro e fora da escola por conta das inúmeras bandeiras pedagógicas em defesa 'apenas' dos direitos dos mesmos.
Como professor esta situação dobra de responsabilidade e em público, como neste caso, a questão fica ainda mais delicada.
O tempo vai passando e muitos termos relacionados à conduta educacional são substituídos. Neste caso especifico invés de usar alunos 'mal-educados' usa-se alunos 'hiperativos'.
Muitos remédios são criados, médicos são consultados e a farsa de educar adequadamente como outrora fica a desejar.
Há duas semanas presto atenção a três cartazes confeccionados e expostos pelos meus alunos do 1º Ano do Curso Técnico em Meio Ambiente do CEEP Leonardo das Dores em sua própria sala de aula. Estes alunos estudam no turno da tarde, no entanto a mesma sala funciona nos turnos da manhã e da noite.
Por incrível que parece estes mesmos 03 cartazes ainda continua ali, intactos, em pé como se fosse quadros valiosos de um grande pintor brasileiro da década de 60.

Não é que estes alunos de hoje estão sempre me pressionando com atitudes hora de vergonha, hora de se envergonhar.

"Sou o que eu penso, para vocês, sou o que eu transmito".

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