10 de dezembro de 2013

Futuros Técnicos em Meio Ambiente conhecem de perto a Piscicultura esperantinense.

A Piscicultura é uma das atividades aquícolas que mais se destaca no Piauí. Em Esperantina não é diferente. Devido o potencial humano e geográfico muito tem crescido esta atividade em nossa cidade.

Esta atividade é considerada um dos maiores agronegócios da atualidade, considerando-se a busca de alternativas capazes de fornecer alimentos de grande valor nutritivo em curto prazo e com preço bastante acessível.

Por outro lado, caso não seja bem feito o planejamento ambiental - Licença Ambiental - o impacto ambiental provocado pela construção dos tanques (açudes) como criatórios pode ultrapassar os limites ambientais provocando assim um desequilíbrio socioambiental sem precedentes. 

Tendo em vista esta dimensão ambiental e social os alunos do 1º Ano 'F', turno Tarde, do Curso Técnico em Meio Ambiente do CEEP Leonardo das Dores, em nossa cidade, visitam a localidade Chapada da Limpeza onde o senhor João da Emel, um dos maiores criadores de peixe da região dos Cocais, desenvolve suas atividades com aproximadamente 15 tanques (açudes) consequentemente mais de 20 mil peixes com muita luta e pouca ajuda por quem deveria apoiar.

Os alunos, acompanhados por este que vos escreve, conheceram toda a história dessa atividade econômica que tem ajudado seu João da Emel a fugir da ociosidade da aposentadoria. 
O mesmo contou aos alunos que até hoje nenhum Banco da cidade lhe emprestou nenhuma linha de crédito apesar de que tem todos os documentos da propriedade em dia, ou seja, todo investimentos que fez foi por conta própria.
A ajuda técnica que João da Emel tem hoje para o desenvolvimento da sua piscicultura é particular em nome do Professor Joaquim Patrocolo.
Toda a ração da propriedade é comprada em Esperantina contribuindo assim para o ciclo financeiro fechado e aumento da renda de nossa cidade. Toda a produção é vendida por encomenda.

"A Vegetação, os recursos hídricos através de 03 poços tubulares, clima da região, energia e principalmente força humana familiar tem contribuindo para esta atividade crescer" diz João da Emel. 

Depois da visita fomos convidados a saborear uma pela peixada. E aqui aconteceu o inusitado. Seu João nos falou que gosta muito de trabalhar com peixes, no entanto, não os come. Que pena.







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