16 de junho de 2014

Trabalhar por Amor - Só em Batalha mesmo.!

O que dignifica o ser o homem é o o seu trabalho. 
Já ouviram esta frase? Pois é, sem trabalho a existência do homem fica muito a desejar.

Pelo trabalho há evolução humana, há transformação das relações pessoais e econômicas.  Pelo trabalho existem o crescimento dos espíritos e assim por diante.

Está sempre no ócio faz com que o cérebro entre em atrofiamento.

E quando você, para não ficar no ócio, escolhe uma profissão que não lhe satisfaz no que diz a plena realização profissional? Faz esta escolha apenas pelos benefícios financeiros? É válido? Até quando suportamos esta carga de não realização pessoal e profissional?

Há poucos minutos fui reivindicar alguns direitos como professor em determinada Secretaria de Educação, mais precisamente na cidade de Batalha.

Como é de costume em órgãos públicos às Segunda-Feiras, a Secretária de Educação não se encontrava. De cara avisto uma determinada Coordenadora da Secretaria (Neusália) a mesma que um dia pediu aos professores da U. E. Tenente Freitas (zona rural de Batalha) que trabalhasse por amor à profissão. Este pedido veio quando a atual Gestão Municipal de Batalha passou a diminuir nossos direitos financeiros. Pois bem. Quando a coordenadora nos viu (pois, era eu e mais duas professoras) a mesma se fez de invisível. Virou as costas e adentrou à sua sala. Neste momento faltou-lhe amor.  Talvez entrou rapidamente na sala porque tinha muito trabalho a fazer, entre eles conversar com as outras três mulheres que se encontravam na sala de apenas 12 metros quadrados.
Fez de conta que nem nos conhecia. Nem mesmo nos cumprimentou. Novamente faltou-lhe amor. A mesma, com a ausência da Secretária, poderia nos ajudar. Mais não ajudou. Por esta atitude desamorosa, nem fizemos questão de procurar-la.  

Esta mesma coordenadora é professora por formação e trabalho. Será que a mesma irá trabalhar apenas por amor quando voltar à sala de aula daqui a dois anos? Será que a mesma, 'trabalhando' fora da sala de aula, aceitaria trabalhar hoje por amor? Quem ia lhe pagar as contas de cada fim de mês? 
Ora bolas, cada uma no meu sapato!

Fui e voltarei a esta secretaria de educação para reivindicar o que é meu por direito. Não é admissível deixar de receber mais de R$ 150,00 por mês. E ainda não querem que haja revindicação!

Trabalho sim 'com' amor e não somente 'por' amor. Professor já ganha mal e ainda tem gente, que é professor, que prefere dar 'ouvidos' ao que o patrão atual fala.

"Sou o que eu penso, para vocês, sou o que eu transmito"

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