16 de fevereiro de 2015

Um pirão, duas paridas!

De antemão digo que a receita é minha e por isso coloco o que eu quiser.

A semana santa está chegando e por isso já vou separando a receita.
Pirão!

Separe a farinha, o caldo (este pode ser de galinha, de peixe ou de 'bodim').
Cheiro verde e umas pitadas de sal são precisos. Falei pitadas e não picuinhas.

O que eu receitar aqui está correto. Não é aceito opinião de ninguém. A receita, novamente repito, é minha. 
O que vocês falarem, sugerirem, está errado. Obrigado pela compreensão.


Escolha a devida panela. Pode ser um panelão, uma panela média. Só não pode uma panelinha.

O dinheiro para isso será pouco. Não se preocupem. O que for receitado aqui será gasto com o nosso prato principal. Não terá dispersa extra.

Depois de todos os ingredientes reunidos, basta fazer a mistura correta tendo o caldo bem quente para não deixar de fumaçar na hora da união das partes. Queima!
Quando o prato, não o pato, estiver pronto é hora de procurar as duas partes (paridas) que irão se degustar com tamanha delícia.
Espero não haver queimadura muito menos dor de barriga quando o pirão for 'comido'. 

A receita é simples. A arte de uni-la é um pouco mais difícil. 
Não é para todo mundo.

Não sou melhor do que ninguém nesta arte de cozinha. Não sou prepotente em afirmar que sou melhor do que ninguém, no entanto, como me arrisquei em dar esta receita a vocês, só eu tenho o direito de dizer quais os melhores ingredientes e como fazê-lo se tornar uma pirão.

Alguém sabe onde tem duas paridas aí gente?

Boas comilanças! 

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