29 de maio de 2015

Professor (a): mais e menos

Como pode ser isso: mais e menos?

Ou é um ou é outro.

Não. O professor, em território brasileiro, é ao mesmo tempo mais e menos.

É a mais importante classe profissional que existe.
Sem comparações, por favor. Sabemos da importância das demais profissões.
No entanto, se você acha que a profissão de professor não é a mais importante, então deduzimos que você é brasileiro e cresceu copiando a cultura nos deixada pelos latinos portugueses. Isso é normal. Entendemos-lhe.
Por outro lado, um jovem brasileiro, psiquiátrico, chamado de Augusto Cury falou:

"Os professores são tão ou mais importantes do que os psiquiatras e os juízes de direito, pois lavram os solos da psique dos seus alunos para que protejam sua emoção, gerenciem seu estresse, desenvolvam o altruísmo (promover o bem-estar do próximo) e acima de tudo se tornem autores da sua própria história, para que não adoeçam nem cometam crimes. 
Os professores são heróis anônimos, com uma mão escrevem num quadro, com a outra mudam a humanidade quando iluminam com seu conhecimento a mente de um aluno...
E não me curvaria diante de uma celebridade ou autoridade política, mas curvo-me diante dos educadores, especialmente dos professores de história e sociologia, que, como colecionadores de lágrimas, sabem que uma sociedade que não conhece sua história está condenada a repetir seus erros no presente e expandi-los no futuro.
Parabéns pro acreditarem na educação e investirem nesta espécie belíssima, complexa e paradoxal, que ousa conhecer o mundo de fora, mas é tímida em conhecer a sua essência".

E é assim que começo mais uma viagens pelas abas do livro "Colecionador de Lágrimas" (Augusto Cury, Ed. Planeta, 2012).

Fto- turmadopropaty

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