26 de julho de 2015

Vai uma pesquisa eleitoral aí?

Nada de murro em ponta de faca.
Político que se presa, sem se preocupar com os direitos da sociedade, só pisa em terreno conhecido.

Areia movediça é sinônimo de morrer na praia chamada campanha eleitoral.
Maquiavélico que é não pode deixar de fazer pesquisa eleitoral junto à opinião pública para saber onde e como adentrar no assunto que interessa a permanência na cadeira principal da presidência majoritária.

Quanto urubus têm Esperantina? Sabendo disso, o que fazer para estes nos trazer benefícios nas urnas?
Quantos peixes, por hora, passam por debaixo da ponte em nosso Rio Longá? Para que saber disso? Para saber qual isca escolher para jogá-las ao ponto certo de ganharmos mais uma refeição politiqueira.

Em quem você vota? Qual a importância disso? A importância têm a ver se o DAS irá ou não continuar a ser distribuído. Vai além disso. É importante saber disso para ficar por dentro de quanto devo gastar, com quem devo gastar e exatamente onde e com que devo gastar estas verbas parlamentares.
 
E quais são os problemas urbanos mais urgentes a serem resolvidos em Esperantina? Sabendo disso podemos dirigir adequadamente quanto e para onde a verba vai ser utilizada.

Querem a BR 222, o estádio, o Instituto Federal ou o Teatro? O que vocês escolherem eu farei no próximo ano. Pelo menos começar eu começo. Terminar já é querer de mais.

Então aqui começa minha campanha pelas pesquisas eleitorais. Não vai demorar muito para um dos meus comprados pesquisadores bater em sua porta.

Fale a verdade, somente a verdade, pois de mentira basta a minha.

Há quem viva disso.

Fto - henriquembranco

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