21 de março de 2016

Semana Caçadeira de muitas caçadas

Para muitos a Semana Caçadeira - tradição do mundo católico e que diz respeito à semana que antecede a Semana Santa - foi de uma verdadeira caçada neste ano.

Infelizmente não participei das caçadas às galinhas e espicas de milho nos terreiros e quitais de meus tios na localidade Vereda da Cobra - zona rural de Esperantina - como tinha costume de fazer em minha infância.

Os tempos são outros e a caçada de agora é atrás do pão de cada dia para minha filha ensocado em uma sala de aula a ensinar os jovens a caçar o melhor que a educação pode propiciar.
A semana passada - a caçadeira - foi muito intensa.

Muitos irmãos humanos sírios foram caçados e mortos pelos 'nazistas' do Estado Islâmicos no Oriente Médio.

Vários africanos foram caçados pela fome que assolam os lares das famílias daqueles pobre homens e mulheres que até hoje são roubados pelos países ricos.

O último terrorista do 'caso' França foi caçado e apanhado na Bélgica pela polícia francesa.

A diretora do CEEP Leonado das Dores, Elisaldete Barros, sofreu uma quase caçada de sua cabeça.

Minha Coordenadora Pedagógica da rede municipal de ensino da cidade de Batalha também sofreu uma quase caçada de seu cargo por uma simples secretária escolar e uma professora.

O quase Ministro da Casa Civil foi caçado de suas funções.

O governo da estrela vermelha foi 'caçado' por protestantes em ruas e avenidas de mais de 200 cidades brasileiras.

Só quem não sofre caçada são: primeiro-damo de Batalha, os presidentes da ALEPI e da Câmara Federal.

Vou parar de falar em caçada, pois é capaz da minha pessoa acabar sendo caçada de suas funções.

"Posso não concordar com nenhumas das palavras que você diz, mas defenderei até a morte o direito de dizê-la".

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