14 de março de 2016

Três postes sem iluminação foram colocados para doação

Desde 01 de Janeiro de 2015 a iluminação pública de uma cidade é de responsabilidade dos governos municipais. Essa é uma determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

É direito seu andar com o mínimo de insegurança pelas ruas da cidade, seja "dedia ou denoite", às claras ou às escuras.

Você que paga mensalmente iluminação pública através de seus inesquecíveis talões de energia têm o direito de ter iluminação pública nos 30 dias do mês. 
Com exceção nos meses de Fevereiro, é claro.

E quem são os verdadeiros responsáveis em não deixar uma cidade escura? 

E como fazem para comprar todo o material necessário para uma boa iluminação? 
De onde vem este material? 
E quem são os homens e mulheres escalados para repor as lâmpadas quebradas e queimadas?

São tantas as perguntas que até lembro do desenho intitulado "O Show da Luna" no qual os três personagens sempre cantam:

"Eu quero saber, por que o gato mia, verde por fora, vermelha por dentro é a melancia.
Eu quero saber, não quero dormir, o que está acontecendo eu vou descobrir.
Eu quero saber, por que existe taxa de iluminação pública se não tem este serviço à população".

Assisto sempre este desenho acompanhado de minha filha.
Gostaria de ensiná-la os primeiros passos de como andar de bicicleta na rua como um dia aprendi invés de apenas está a assistir este desenho.
Como estou em casa, quase sempre na parte da noite, fico impossibilitado de ensiná-la pela falta de iluminação pública.

Este problema já se arrasta deste o mês de Novembro quando alguns meninos quebraram as lâmpadas com baladeiras. 

Então agora, "eu quero saber, para quem estes três postes sem iluminação irão ser adotados, pois aqui na rua não está tendo muita serventia.
Você querida prefeitura se habilita em adotar? 
Os outros três pré-candidatos à 'Mãe Joana' estão dispostos a adotarem estes postes? Um para cada, pode ser.

Quando resolverem adotarem é só se dirigirem ao Bairro Novo Milênio próximo ao bairro Bernardo Rego.

Fto - vozdascomunidades   

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