25 de agosto de 2016

Sagacitas e solertia

O pensamento humano é medíocre quando acompanhado de uma sensação insensata dos fatos de outrora quando este tem apenas a formação espelhada em compilações nada factuais.

O grupo de humanos que pensam à moda antiga, sobre até mesmo o comportamento de muito 'modernos', não se faz estranhar suas estratégias de comando dos fatos, 'humanos'.

A grande questão é que os pensamentos vem de sensações. Muitas das vezes, pela experiência vivida, estas sensações são acompanhadas de discursos baseados em repetições corriqueiras que muitos fazem pelo mundo afora.

Consequentemente, pela repetição dos fatos, os pensamentos começam a fluir de uma forma interesseira. 
Quando copiados, tende a serem, mais ainda, compartilhados.
Até quando estes pensamentos são verdadeiros?

A intuição pode, em alguns casos, quebrar este paradigma nada sensato, ou sagaz, de pensamentos 'vai com os outros'.

Infelizmente os seres humanos precisam se prenderem a algumas coisas para se sentirem vivas, importantes, gentes.
E qual será o embrião dessa prisão? A ideia que mais estiver sendo dissimulada entre os mesmos.

Não é fácil admitir esta nossa fraqueza. Pensamos que somos os donos de nossa razão. Mais este pensamento está errado.
Muitas das vezes queremos algo somente porque vimos que muitos outros querem também.
Falamos o que a maioria falam.
Agimos em comparações à massa.

Eis que a procura por algum motivo que nos faça vivos, mesmo a custa de outras pessoas, faz com que nós humanos sejamos sagacitas e solertias.

De tantos erros, acertos são camuflados. De tantas ideias ludibriadas, previsões incertas.

"Posso não concordar com nenhuma palavra que você diz, mas defenderia até a morte o direito de dizê-la", (Voltarie).  

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