Enquanto economicamente Esperantina é uma cidade comercial, cultural e festivamente é reconhecida sendo o berço da Micarina no período da Semana Santa e do grandioso Festival do Peixe.
Um bloco de rua aqui, outro bloco de bairro ali, todos com o mínimo de apoio público.
A cidade de Esperantina há mais de 20 de anos não conta com um estádio municipal.
Teve momento na história, e no espaço geográfico, em que para ser considerada uma cidade, era preciso ter: uma igreja, uma delegacia, um puteiro, um cemitério e por incrível que pareça, um campo de futebol.
O grupo de peladeiros intitulados PARICEIROS FC, que treinam semanalmente na Arena Lenylson, não perderam a oportunidade de celebrar/festejar de uma só vez duas grandes tradições brasileiras: Futebol e Carnaval.
É cultural a festa de carnaval no Brasil. O brasileiro não perde as chances que tem para brincar, praticar esporte, dançar e ser feliz.
Para tanto, se faz necessário agora mexer em algumas cadeiras, cadeiras estas tão disputadas por aqueles que acham que fazem parte do governo. Não fazem. Apenas estão sendo usados.
O segundo suplente de vereador pelo PSD - Alcione Carvalho - almejava ocupar uma cadeira no Poder Legislativo. Fez questão de realizar este sonho.
Acaba de ser noticiado que a suplente de vereadora - Fatinha do Tote - é nomeada a nova secretária de meio ambiente do município.
Maria de Fátima Rodrigues Carvalho, filha do saudoso Tote Aristides, foi candidata a vereadora de Esperantina em 2024 pelo PSD, aliança com o grupo mdbista de Themístocles Filho.
A compra de medicamentos pela prefeitura é, antes de tudo, uma obrigação básica do poder público. Garantir remédios nas unidades de saúde não é favor, é dever constitucional. Para milhares de pessoas que dependem exclusivamente do SUS, a farmácia pública representa a diferença entre tratar uma doença ou conviver com a dor, entre a prevenção e a internação.
O vereador Leônidas Quaresma, durante a última sessão ordinária, o único que pode cobrar pelos esperantinenses, reclamou diretamente para o secretário de saúde que se fazia presente sobre a falta de medicamentos nas unidades básicas de saúde.
A bajulação politiqueira está escancarada mesmo. Se no passado recente já era grande, agora se triplicou.
Não fazem sequer cerimônia na hora de puxar os sacos dos chefes políticos.
Vocês concordam que os esperantinenses, e qualquer outro brasileiro, precisem acordar 4, 5 horas da manhã para ir para uma instituição pública de saúde para conseguir o acesso à exames e consultas tendo que ficar horas em fila de espera?









