Leônidas Quaresma: um dos responsáveis pelo rateio da educação de Esperantina
janeiro 14, 2026Servidor público deve está do lado do servidor público.
As verbas públicas de construção de prédios públicos educacionais em Esperantina são federais. É dinheiro carimbado. Não pode deixar de ser investido. Agora, a empresa que for realizar tais obras, pode ser de cronograma municipal.
Os trâmites são longos. Em ano letivo, há muita verba a ser investida na educação. Servidores precisam receber, materiais permanentes e de custeio, é uma burocracia danada.
Uma coisa é certa: de falta de dinheiro o Brasil, o Piauí e Esperantina não sofre.
Não é de estranhar que todo governo deva ser cobrado, criticado, pressionado. Governar sem oposição é ditadura, é monarquia. Não combina com democracia.
Enquanto a maioria dos vereadores de Esperantina passou o ano de 2025 passando pano para as atitudes da municipalidade, lá estava o vereador Leônidas Quaresma fazendo o mínimo: cobrando em nome dos esperantinenses.
A cada sessão Leônidas Quaresma começou a bater na tecla sobre as verbas da educação que poderia sobrar ao fim do ano letivo. Mostrou planilhas, valores que entravam e saiam dos cofres públicos.
A população, e não somente os servidores, passaram a ter acesso às informações quanto ás verbas da educação.
A transparência sobre as verbas passou a ter tema de discussão entre os esperantinenses. Querendo ou não, a mídia, comprada ou não, começou a falar sobre o assunto.
Não deu outra: a municipalidade pagou o rateio da educação. Se não pagasse, era possível que os órgãos fiscalizadores, entre o próprio TCE-PI, começasse uma fiscalização mais rigorosa e daí em diante o bicho poderia pegar para o lados
Pgestores municipais, pois com verbas federais não se brinca.
Portando, um dos responsáveis pela divisão da sobra da verba da educação, querendo ou não, é de Leônidas Quaresma, hoje considerado o único a dar voz e vez ao povo esperantinense na Câmara Municipal.
Parabéns Leônidas pela voz ativa em defesa não só dos servidores, mas de todos os esperantinenses.
"Posso não concordar com nenhuma palavra que você diz, mas defenderei até a morte o direito de dizê-la" - Voltaire

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