Desvalorização salarial no Piauí atrasa a educação

março 12, 2026

Em pleno século XXI ainda estamos batendo na tecla de que o professor "poderia" ser um profissional de transformação social e educacional.

Há tempo sociedades ao redor do mundo já foram consolidadas tendo como um profissional exemplo a ser seguido e arma de desenvolvimento social a figura do profissional do magistério - o(a) professor(a).

Não basta apenas o discurso de valorização daqueles que já são valorizados em uma cultura de médicos, advogados e políticos como heróis de uma nação.

Chegou a hora de virar a página. O professor precisa ter seu devido espaço no rol daqueles que realmente modificam realidades.

Antes de mais nada, a valorização deve vim da própria classe. Em segundo, da sociedade e só atingir será atingida a classe que cria e executa políticas públicas que moldam a educação no país.

Em consequência de tudo isso, a estrutura mínima de trabalho, o material pedagógico e administrativo e o reconhecimento salarial virão fazer parte da realidade dos professores do Brasil.

É inadmissível o Piauí pagar o pior salários aos professores no Brasil.

Essa imagem negativa não condiz com o discurso e as últimas políticas feitos no atual governo. Mais 4 anos virão e Rafael Fonteles, professor de Matemática que é, deverá mudar este patamar.

Caso contrário, o Piauí continuará sendo um estado pobre, atrasado e sem perspectiva de desenvolvimento digital, politico, social, cultural, religioso, econômico.

"Posso não concordar com nenhuma palavra que você diz, mas defenderei até a morte o direito de dizê-la" - Voltaire

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