Funcionários de Esperantina que têm apenas um emprego estão relatando que tem dois vínculos trabalhista
maio 14, 2026Nos últimos dias vários servidores, concursados e/ou contratados, de Esperantina estão procurando o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Esperantina para esclarecer uma grande dúvida que tem surgido quando acessam seus aplicativos bancários.
Servidores que trabalham apenas em uma função, seja há poucos meses ou mesmo há vários anos, têm notado que nos seus aplicativos bancários há dois vínculos trabalhistas.
Este segundo vínculo, que muitos servidores desconhecem na prática, data de outubro de 2025, ou seja, somente a partir desse mês este suposto segundo vínculo começou aparecer no aplicativo.
Já outros servidores dizem que foi no mês de janeiro, fevereiro do corrente ano que o segundo vínculo trabalhista surgiu.
O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Esperantina, James Luís, tem orientado os servidores a procurarem suas agências bancárias para sanar as dúvidas, pois o próprio presidente desconhece estas informações.
O interessante a observar é que todos os segundos vínculos são da secretaria de educação do município e que os valores variam de 1.000,00 a 18.000,00.
Estes valores, de acordo com os inúmeros servidores, não são repassados diretamente aos próprios servidores, portanto, só aparece o segundo vínculo com seus respectivos valores e nada de colocar o dinheiro no bolso.
Há caso que o(a) professor(a) é efetivo(a) no primeiro vínculo e é contratado(a) no segundo vínculo, mas só realmente trabalha no primeiro.
Também há quem é efetivo em outra área e aparece o segundo vínculo trabalhista como se estivesse também na área da educação.
Uma coisa é certa, nos próximos dias as agências bancárias irão receber muitos servidores para os devidos esclarecimentos.
Para não perder a ponta: os garis estão sendo contratados por meio de empresas individuais como um ex vereador um dia denunciou? CPF ou CNPJ? Fica o questionamento.
"De erro em erro, vai-se descobrindo a verdade" - Freud

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