21 de maio de 2009

O RENASCIMENTO


Pedir quero desculpas a vocês leitores queridos pelos últimos dias de ausência.

Estava aprendendo a ver e analisar a realidade. Não como deveria ser e sim como ela é.
Não sei se aprendi, mas a efetiva verdade das coisas está me reinando. A ordem, produto da política, tem que aflorar entre nós, ao contrário, a caos aumentará.

Nestes últimos dias estive lendo, relendo e lendo novamente como a estrutura organizacional deve ser importante para a realização humana.

Os momentos históricos concretos de “veritá effettuali” – verdade efetiva das coisas – terminam quando outro grande se consolida através da desestruturação do anterior. Isso acontece quando o pensamento e, consequentemente, o agir das sociedades evolui e madurece.


E aqui cito o trecho de Maria Tereza Sadek “a ordem sucede à desordem e esta por sua vez, clama por uma nova ordem”.

“Nada melhor do que dar tempo ao tempo” já dizia um casal.

Com ele aprendemos a dizer a palavra certa, fazer o que deve ou até mesmo ficar no silêncio na hora de turbulência palavreada.
Tentei mudar ao escrever neste Blog e por incrível que pareça mudei. Estou mudando. Não sei se é para melhor, mais estou mudando.

Mais se vocês pensam que estou perdendo minha identidade por tal mudança, direi que não. A palavra aqui não seria “mudar” talvez a mais adequada seja “evoluir”.


Não importa, o que importa é que voltei a escrever.
Recordo agora um trecho de um livro que li anos atrás de nada mais, nada menos do que Nicolau Maquiavel que dizia:

“Entre como se vive e como se devia viver há tamanha diferença, aquele que despreza o que se faz pelo que se deveria fazer aprende antes a trabalhar em prol da sua ruína do que da sua conservação”.


Fto - amadoe

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