24 de novembro de 2009

SÓ NOS RESTAM AS SOBRAS.

Não me sinto na obrigação de ficar calado neste meu momento.

Os sobejos são muito para os muitos que se contentam com pouco e acham que sempre deve ter pessoas a liberar apenas restos de uma digna vida.

Não se assustem com as verdades que tem saída de minha boca nas mais de 600 post de blog.
Justificar
Nunca começamos pelo fim. Sempre marcamos nossa presença pelo fato de falar o que achamos. Querendo ou não, achando bom ou não.

Não gostou, então vá encher pneu de trem.

Não faço parte de vocês. Não quero restos de suas gratidões. Não quero perder méritos pelo fato de lhes acompanhar na escrita.

Não sou jornalista, muito menos maria vai com os outros.
Sinto muito mais não vou medir minhas palavras. Criticar não vai parar e tenho aprendido soluções para as mesmas.

Muitos se assustam com as minhas verdades. Outros me denominam com um louco. E tem aqueles que acham que sou destemido pelo fato de falar não apenas de homens de esquina, vestido de panos de chita e sandálias dupé.
Falo de homens de preto, óculos escuro e sapatos pico fino sempre quando eu estiver nos meus direitos. Minhas obrigações são de não me omitir perante secretários, padres e pastores, gestores, vereadores, empresários, etc, etc, etc, e até mesmo meus irmãos.

Estes sim nos guia, mas nem por isso deixam de ter suas obrigações.

Não quero que me percebam nas minhas falações e sim no meu silencio. No silêncio sempre sinto dor e assim vou entendendo as cabeças das mulheres.

Não quero ser do mundo, quero apenas ler e escrever para descobrir os males da vida.
Estudar o todo para obter o necessário, não o resto, mas sim o que me faz viver.

Um pouco do muito quero continuar a me sentir útil.
Quero ser feliz. Não quero migalhas de seus favores.

Mundo confuso é este que vivemos. Não quero aceitar os restos de verbas públicas, de obras gigantescas nos papéis. Quero o que é meu, o que é nosso de fato.

Não adianta mais prometer como forma de maquiar a verdade, a honestidade.
Palavras já se fora. Dizem para me que palavra do homem vale muito. Digo que depende do homem que fala, depende da posição em que ele se encontra.

Se ele estiver em um palanque político as palavras para mim não passam de merda com creolina.
Se este mesmo homem estiver em outra oportunidade na esquina da amargura e um copo de cerveja na mão, ainda sim tenho minhas dúvidas.
Se passam de ovelhas. No entanto são cobras.
Olhem nos acontecimentos de hoje. Homens descendo do morro, para não dizer, descendo do salto, opa! são homens.

Se lhes prometerem algo no próximo ano, saibam que são apenas as sobras de bom que querem guardar ou já guardaram.

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