17 de julho de 2014

Teresinha Lages dar com uma mão e Antonio Lages tira com a outra.

Não sei o que está acontecendo com os atuais gestores municipais do Território do Cocais nestes últimos 18 meses.
Até que gostaria de umas explicações claras neste momento. Como não tenho, citarei apenas uma.
Bastaram vencer nas urnas para o comportamento e os discursos mudarem.

Os órgãos de fiscalização financeira estadual e federal têm acochado as prefeituras quanto aos gastos com o pessoal concursado ou comissionados.
Para os gestores se livrarem dessa fiscalização, os mesmo procuram os mais fracos (funcionários públicos 'concursados') para imporem brechas financeiras na tentativa de continuarem com saldo positivo em suas contas (prefeitura).

Para tanto, até os direitos adquiridos pelos funcionários públicos nos últimos anos sob muita luta, estão sendo questionados e, em alguns casos, até mesmo omitidos.

Especificamente falando, no município de Batalha, com os 'gestores' atuais, o abuso do poder parece não ter limite. Não encontro outra palavra a não ser 'abuso'. Fico a imaginar que esta cidade é um Estado dentro do Brasil que vivi com suas próprias leis.

O direito do PISAN (Piso Nacional do Magistério) que todos os professores municipais do país têm está negado em Batalha. Até hoje nenhum professor recebe.
A Justiça Municipal obrigou que o município pague no próximo mês (Agosto) o PISAN. Dar pra ver que somente quando a Justiça obriga é que a Prefeitura cumpre com suas obrigações. Bem diferente dos discursos de campanha.

Pior do que isso é que o esposo de Teresinha Lages propôs pagar o PISAN somente e tão somente se alguns direitos dos funcionários públicos que estão no aprovado PCCS (Plano de Cargos, Carreira e Salários do Magistério) sejam extintos, tais como:
* Diminuição de ajuda de custo em 30%;
* Fim das gratificações de multisseriados;
* Fim de gratificações por tem de serviço, etc.

Isso se caracteriza como 'dar com uma mão e, tirar com a outra'.

O PISAN é direito e não pode ser trocado por outros direitos seu Antonio. O PISAN tem fundos próprios dona Teresinha. Isso quer dizer que o dinheiro não irá sair dos bolsos de vocês.

É uma afronta aos servidores públicos do magistério do município de Batalha, até hoje, não receber o PISAN, enquanto vários outros municípios da região já pagam há um bom tempo. Além disso, quando são obrigados a pagar ainda querem trocar por outros direitos.

Até quando isso vai continuar a acontecer?

Ainda verei vocês fora do poder caros amigos que dão com uma mão e tira com a outra.

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