14 de abril de 2016

Diretor dono de Escola?


Escola com um único dono? 
Quem de vocês já presenciaram agentes públicos querendo ser os donos das instituições públicas onde trabalham?
Não é difícil de encontrar, não é mesmo?
Quanto menores as cidades, maiores são as atrocidades públicas quanto ao este sentimento de  quererem serem os 'donos' da máquina pública.

A vocês que não foram noticiados sobre a queda do teto da E. M. Vila da Solidariedade, no Bairro Vila da Solidariedade (região Nordeste de Esperantina), ocorrida recentemente digo: primeiramente é um absurdo a queda de um teto de uma instituição pública educacional. Quem permitiu esta queda? O poder público municipal juntamente com a direção da escola; seguidamente é inaceitável uma escola da rede estadual não querer permitir a acolhida dos alunos da referida escola sem teto.
A E. M. Vila da Solidariedade recebe alunos de Creche (Creche José Luiz Pereira) e também alunos do ensino Fundamental Menor.

O poder público municipal juntamente com a direção da escola sem teto, 'sem' ter para onde levar estas crianças para as mesmas não ficarem sem aula, resolveram trabalhar em parceria com a rede estadual de ensino. A saída foi utilizar, por tempo determinado, a estrutura física da U. E. Estado da Paraíba.

Esta escola da rede estadual tem mais ou menos 04 salas de aulas vazias, sem nenhuma utilização. Então tentaram convencer o diretor da escola estadual - o senhor mais conhecido como Manel Galinha -, em aceitar esta anexação temporária.

Qual foi a reação do diretor? Foi a de desunião entre as duas redes de ensino. Motivos? O mesmo pode responder.

A questão é que foi necessária uma reunião entre o poder judiciário em nome do Promotor de Justiça da cidade, o supervisor de ensino da rede estadual e as duas partes das duas escolas envolvidas.

O resultado da reunião foi que o Promotor deu seu aval a favor da escola sem teto, ou seja, o diretor mais conhecido como Manel Galinha terá que abrigar os alunos da creche e do ensino fundamental menor na "sua" escola a partir de segunda-feira (18/04). 

E assim vamos vivendo com a educação que nos é dada.

"Posso não concordar com nenhuma das palavras que você diz, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las" (Voltarie)

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