A Praça não é nossa

O Brasil seria outro se os privilegiados políticos fizessem das obras públicas suas.
Rapidamente as verbas seria aprovadas e alavancadas, os projetos seriam aprovados e as obras seriam concluídas em tempo recorde.

A sociedade não sofreria com a falta de nenhuma obra que lhe garanta uma vida melhor.

Teríamos mais trabalho, mais renda e menos desempregados.

Mais escolas, postos de saúde, hospitais, vias públicas, iluminação, ou seja, mais infraestrutura urbana e rural que serve para confortar as pessoas.

Provavelmente haveria igual ou maior desvio de verbas através das maracutais entre os políticos e as empresas, no entanto, o povo teria a obra feita, concluída, pois para o homem simples o que importa é o feito, é o utilizável independentemente se houve ou não desvio de verbas.

O que não é admissível é não termos a obra concluída e as verbas desviadas para interesse próprio.

Em Esperantina temos agora mesmo uma prova viva de que quando um político quer fazer algo para o "povo", o político faz.

Enquanto temos obras como a iluminação do restante da Avenida Petrônio Portela, do estádio municipal, do matadouro municipal, do "mercado" municipal, da instalação da eficiente água no Residencial Alecrim, da galeria da Avenida Petrônio Portela e tantas outras obras inexistentes, no papel ou mesmo pela metade há muito, muito, muito e muito tempo em Esperantina acabamos de ver a vertiginosa construção de uma Praça.

A praça até parece uma parte de um condomínio, público, onde seus 'pais' provam que quando um político quer fazer algo bom, o faz.

Que pena que a praça não será nossa, pois como disse, está meio a um condomínio, público.

Algo mais que nos chama a atenção foi o valor de construção da praça.
Mais de 200 mil reais foram gastos, ou investidos?, na construção da praça.

Quando a prefeitura municipal construiu, lentamente, a Praça Rejane Castelo Branco (frente ao Banco do Brasil) muitos oposicionistas do atual governo municipal criticaram quanto ao valor gasto na referida praça.
O valor foi de mais ou menos 115 mil reais.

Estes mesmos oposicionistas hoje se calam quanto ao valor gasto na praça do Morro da Chapadinha que ultrapassa 213 mil reais, para ser mais preciso.

Vou sentar no banco da praça e dizer a célebre frase de um antipetista amigo meu: "pau que dá em Francisco tem que dar em Chico".

Fto - revistaaz

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