As obras das duas pontes do povoado Carnaúba estão paralisadas

fevereiro 07, 2026


Construir pontes é encurtar as distâncias, sejam elas reais ou simbólicas.

É demonstração de que o direito do cidadão de ir e vim está sendo garantido. Como forma de adequação de uma via, as pontes facilitam o deslocamento das sociedades.

Quando estas são necessárias nas zonas rurais de todo o país, é de imaginar que as dificuldades dos cidadãos ainda são maiores.

Caracterizado por estradas de baixa qualidade, a zona rural brasileira ainda precisa de muitas correções, ou seja, de muitas pontes para contribuir para o escoamento de produtos e deslocamento da sociedade.

E quando o poder público não compreende esta máxima, toda uma sociedade perde. Perde em seus direitos de bem-estar, de segurança, na educação, na saúde, na economia, etc.

A prefeitura de Batalha, norte do Piauí, que tem como gestor municipal o seu José Luís do Frango, contratou uma empresa esperantinense para construir duas pontes na localidade Carnaúbas, baixo Longá batalhense, no fim do ano de 2025.

As obras começaram no início do período de chuvas, final de dezembro, e logo quando as chuvas começaram, as obras pararam. Isso mesmo, a empresa contratada trabalhou até o fim de dezembro. Desde quando terminou o recesso de fim de ano da prefeitura, as obras não foram retomadas.

As obras das duas pontes estão paralisadas há mais de 30 dias.

As chuvas se intensificaram e as dificuldades da população só aumentam.

O ano letivo da escola da localidade Vitória de Baixo, vizinha da localidade Carnaúbas, já vai começar e sem as pontes muitos dos estudantes poderão ficar sem aulas. Fora isso, o perigo dos motoristas do transporte escolar se envolverem em acidentes se eleva.

Enquanto a gestão não entender que este tipo de atitude coloca vidas em perigo de morte, o descaso continuará.

Infelizmente não há fiscalização para barrar este tipo de comportamento da gestão municipal.

"Posso não concordar com nenhuma palavra que você diz, mas defenderei até a morte o direito de dizê-la" - Voltaire.

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