Mais um logradouro público de Esperantina em nome de integrante da família Sampaio

maio 21, 2026


O que estão fazendo com a cidade de Esperantina?

Os princípios da Isonomia e da Impessoalidade deixaram de existir na cidade de Esperantina?

Estão transformando a cidade em uma instituição familiar?

A denominação de logradouros públicos desempenha um papel fundamental, pois permite a identificação precisa de endereços e serviços públicos.

Além do mais, demonstra uma identidade própria local. A sinalização correta dos logradouros públicos de uma cidade, em especial uma pequena como a cidade de Esperantina, carrega um simbolismo cultural, uma memória coletiva de uma comunidade.

Este respeito à cultura institucional aos logradouros e consequentemente às personalidades homenageadas têm sofrido um desmanche nos últimos 5 anos.

Esperantina não tem mais uma U. E. HERMÍNIO CASTELO BRANCO.
A cidade deixou de ter um ESTADO DA PARAÍBA.
Se foi o reconhecimento E. M. ERINETE BRITO.

É comum uma cidade como Esperantina ter figuras públicas, entre homens e mulheres, com ilibado valor, que deram suas contribuições para o desenvolvimento da cidade ao longo desses quase 106 anos de emancipação política.

Em todos os bairros da cidade já houveram homens e mulheres que lutaram diariamente para uma cidade mais justa, digna e próspera.

Nada mais do que respeitoso homenagear estes esperantinenses perpetuando seus nomes nos logradouros públicos da cidade.

O mais novo babão da Câmara Municipal tem costume de dar nomes aos logradouros da cidade. Passou quatro anos de mandato recente apenas praticando esta conduta. Portanto, dar nomenclatura aos prédios públicos da cidade de Esperantina é um instrumento de grande valor, de história, de vínculo comunitário.

Infelizmente, ultimamente praticamente todos os logradouros da cidade tem recebido nomes apenas de integrantes da família da gestora municipal.

Conjunto habitacional, avenida, escola, etc. Teve uma escola que deixou de homenagear uma professora e passou a enaltecer a própria gestora municipal. Lamentável.

E agora o vereador Castro acaba de apresentar uma proposta para dar nome a uma nova praça, localizada no bairro Bernardo Rego, em homenagem, novamente, ao sogro da gestora municipal, o senhor, in memória, Themístocles de SAMPAIO.

A praça faz parte do complexo do Centro de Referência em Autismo, este construído pelo governo de Rafael Fonteles.

A participação da população na escolha dos nomes desses logradouros deveria ser respeitada. Não apenas o desejo do Poder Executivo deveria ser ouvido e concretizado. Com certeza o bairro Bernardo Rego já teve nome de reputação para dar nome a esta nova praça pública.

Até quando irão continuar a transformar ESPERANTINA em SAMPAIOLÂNDIA?

Não é possível, isso já está ficando é feio.

"Para criar inimigos não é preciso declarar guerra, basta dizer o que pensa" - Martin Luther King

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